Para as manifestações de segunda-feira confluíram por gravidade todas as demandas sociais a que os governos deveriam atender e para as quais mostram uma inépcia desconcertante
Mesmo diante de sinais inequívocos de que a economia está aquecida - como a baixa taxa de desemprego, a pressão inflacionária-, governo insiste em aumentar os gastos públicos.
Devemos ser ousados para fazer uso, o quanto antes, de todas as opções que temos diante de nós, com todos os parceiros de interesse. Por que não começar pelo menor?
Tudo isso nos conta uma história deprimente sobre a politização do FMI e a incapacidade da região do euro para agir no melhor interesse de seus países-membros mais fracos.
A Constituição, apesar de detalhista, não deixa de ser ambígua, o que obriga o Supremo literalmente a interferir até em briga de vizinhos.
O nó górdio está na gestão fiscal, onde continua predominando uma visão expansionista e de pouca transparência.
A razão de nossa estagflação encontra-se na brutal perda de competitividade sofrida pela indústria brasileira nos últimos seis anos
As receitas de austeridade, sacrifício, produtividade, aumento de competividade que agora chegam aos cidadãos da EU,criam uma rejeição imediata.
alvez a maior lição que se pode tirar do atual impasse seja que questões federativas no Brasil não conseguem ser resolvidas sem a participação direta e engajada do presidente da República
Depois de anos mostrando uma incrível capacidade de navegar em águas desconhecidas e perigosas, não vai ser agora que Ben Bernanke vai afundar o barco do Fed.
Essa omissão fere frontalmente relevantes comandos constitucionais e legais, bem como diversos outros princípios aplicáveis, caracterizando flagrante abuso e desvio de poder.