Calendário da reeleição é março

Diz-se logo, no governo, que não será uma reforma ministerial, tal o vazio conceitual da dita providência. Tão desmoralizada está que com ela ninguém quer se identificar. Mas vai haver mudança, sim, de condutores do governo Dilma, com a mesma filosofia de sempre: repor peças desgastadas pelo tempo, aquelas que chegaram com defeito de fabricação e nunca foram devolvidas, recuperar capacidade de iniciativa e recompor a aliança. Os fatos políticos mais próximos dessa mexida ocorrerão entre o resultado das eleições municipais, em outubro deste ano, e o resultado das eleições para presidente da Câmara e do Senado, em fevereiro do ano que vem. Depois disso, pensamentos e ações se voltarão para o projeto da reeleição da presidente Dilma Rousseff. É o calendário.

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