16/08/2012 às 00h00
Um ano atrás, os analistas econômicos estavam atordoados de otimismo sobre as perspectivas de crescimento econômico no mundo em desenvolvimento. Em contraste frente aos EUA e a Europa, onde as perspectivas de crescimento pareciam fracas, na melhor das hipóteses, esperava-se que os mercados emergentes sustentassem seu forte desempenho iniciado na década anterior à crise financeira mundial e, assim, se tornassem o motor da economia mundial.

