Defesa diz que João Paulo era 'figura lateral'

Presidente da Câmara dos Deputados na época em que o esquema do mensalão teria funcionado, João Paulo Cunha (PT-SP) adotou como defesa a tese de que seria uma "figura externa e lateral" no episódio. Em 2003, João Paulo assinou contratos com empresas do publicitário Marcos Valério, com quem teve tantos encontros, segundo a denúncia do Ministério Público, que não soube enumerá-los.

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