BC com espaço para dar estímulo

O Banco Central do governo Dilma não é previsível, muda o discurso com mais frequência do que o esperado, é sensível ao ritmo de crescimento e tem a favor do alívio monetário, que colocou em marcha em agosto do ano passado, a vagarosa reaceleração da atividade, que segue condicionada à economia internacional. A partir do momento em que o governo tira o entrave institucional para queda maior da taxa de juro - a estrutura original de remuneração da caderneta de poupança -, o BC ganha espaço para dar mais estímulo monetário à economia.

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