Transpetro admite novo prazo para EAS

Os sócios do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) - Camargo Corrêa e Queiroz Galvão - podem ganhar mais tempo para cumprir as exigências impostas pela Transpetro na construção de navios petroleiros. No fim de maio, a empresa, subsidiária da Petrobras, suspendeu 16 dos 22 contratos de construção de navios acertados com o estaleiro pernambucano por R$ 7 bilhões. A suspensão vale até 30 de agosto, mas o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, disse ontem que não vai romper o contrato com o EAS se for preciso dar mais 30 ou 40 dias, além da data prevista, para se chegar a um acordo.

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