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Blog 24/05/2013 às 16h32 4
O combate solitário do BC contra a inflação
Assessores do governo fazem, periodicamente, uma avaliação do que a imprensa internacional está publicando sobre o Brasil. A última é frustrante. Varia entre uma visão pessimista sobre crescimento, inflação e taxa de juros, e um abandono geral do foco no país. A expressão máxima do pessimismo seria a do Financial Times. A The Economist, por exemplo, vem deixando de tratar do Brasil nas suas páginas. Isso seria um indício de que o humor dos investidores estrangeiros com o país continua ruim, afetado por uma postura pouco amigável do governo com o mercado. -
Brasil 24/05/2013 às 00h00 9
Governo tolera, mas não usa o mercado
O mesmo empenho que levou o governo do PT a promover a legítima distribuição da renda deveria ser aplicado, agora, na melhoria da eficiência
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Brasil 17/05/2013 às 00h00 3
Gradualismo ou tratamento de choque
O custo unitário do trabalho em dólar triplicou de 2003 para cá e tal como está, o país não tem a menor chance de ser competitivo - esse é o fulcro do debate mais atual na área econômica do governo
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Brasil 10/05/2013 às 00h00 6
BC quer a troca do CDI pela taxa Selic
Banco Central quer criar um mecanismo para desestimular o uso do CDI como referência da taxa de juros na economia e indexador de contratos no mercado financeiro
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Blog 07/05/2013 às 08h24 2
Perguntas sem respostas
Uma pergunta relevante que fazem os economistas do governo é se o bom comportamento dos investimentos no primeiro trimestre é sustentável. Embora a indústria acumule queda de produção de 0,5% frente a igual período do ano passado, a produção de bens de capital, que é um termômetro dos investimentos, cresceu 9,8%. -
Brasil 26/04/2013 às 00h00 3
A leitura nua e crua da ata do Copom
A mensagem da ata do Copom, divulgada ontem, é: o Banco Central não negligenciará com a inflação futura
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Brasil 19/04/2013 às 00h00 4
Divergências entre BC e mercado prosseguem
Uma parcela significativa do mercado não gostou da decisão do Copom e acena com a piora das expectativas de inflação
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Brasil 12/04/2013 às 00h00 10
BC deve minimizar riscos de inflação
A inflação alta está minando a confiança dos empresários e dos consumidores e criando um ambiente ruim, avaliam importantes economistas do governo
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Brasil 05/04/2013 às 00h00 7
Sem "milagre", taxa Selic deve subir
Com uma política fiscal expansionista e medidas macroprudenciais inócuas para um momento de fraca expansão do crédito, restou para combater a inflação apenas a taxa de juros
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Brasil 15/03/2013 às 00h00 2
BC se move de forma lenta e gradual
O governo continua preocupado com o crescimento deste ano e guarda grandes expectativas de que os preços dos alimentos, que até fevereiro subiram 12,5% no acumulado de 12 meses, comecem a cair
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Brasil 08/03/2013 às 00h00 0
Dúvidas para financiar as concessões
São inúmeras as dúvidas que ainda rondam a proposta de criação do fundo para prover os bancos de recursos baratos, do Orçamento da União
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Brasil 22/02/2013 às 00h00 5
Falar grosso pode não ser suficiente
Serão seis meses de inflação elevada. A expectativa, no governo, é que o IPCA acumulado em 12 meses fique acima de 6% durante todo esse período
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Brasil 15/02/2013 às 00h00 0
Inflação preocupa, e muito, o governo
O governo conta com uma combinação de políticas para chegar ao fim deste ano com uma taxa de inflação menor do que a variação de 5,84% do IPCA no ano passado
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Macroeconomia 08/02/2013 às 00h00 0
Inflação preocupa BC; Mantega fica
Dilma quer Mantega na Fazenda até o fim do governo, em 2014. Ele é da total confiança de presidente, que sempre diz que a política econômica é dela, o ministro é o executor
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Brasil 01/02/2013 às 19h11 0
Inflação esperada para 2013 é de 5% a 5,5%
Segundo autoridades do governo, o câmbio deve ter um caráter de "neutralidade" sobre a inflação deste ano -
Blog 29/01/2013 às 08h32 4
Dilma, os juros e a taxa de câmbio
Taxa de juros é um assunto extremamente importante e sensível e quando a presidente Dilma Rousseff fala sobre esse tema, a atenção deve ser redobrada. Ontem, num discurso de 50 minutos no Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas, a presidente disse: "Nós temos um país que teve condições de, dentro da tranquilidade, com sensatez, reduzir a taxa Selic, a taxa de juros. Reduzir a Selic, a taxa de juros da economia brasileira, é um movimento importante. Primeiro porque nós temos condições macroeconômicas para fazer isso e, segundo, porque países com crises muito maiores do que a gente pode sequer imaginar, tem hoje taxas de juros muito pequenas, e taxa de juros menor sempre vai facilitar, com o passar do tempo, tanto a ampliação do investimento quanto a do consumo. Aliás, não há oposição entre uma coisa e outra. É necessário investir, mas também é necessário que as pessoas consumam". -
Blog 25/01/2013 às 18h22 2
Piorou o “trade off” entre inflação e crescimento
O BC jogou uma pá de cal nas expectativas de parte do mercado que, de olho no baixo crescimento, esperava uma nova rodada de corte na taxa básica de juros. A reação da diretoria do Banco Central, expressa na ata do Copom, foi um fato bastante positivo. Mas há uma grande distância entre adotar um verbo mais duro, como fez ontem na ata, e praticar uma política monetária antiinflacionária. -
Brasil 25/01/2013 às 00h00 2
O corte de juros chegou ao fim
No início do terceiro ano desta gestão fica exposta a impossibilidade de se ter tudo ao mesmo tempo
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Blog 23/01/2013 às 12h54 0
Muitas dúvidas e poucas respostas
A retomada do crescimento este ano não está assegurada e começa a surgir, no governo, o receio de que a variação do PIB possa ficar abaixo de 3% e que a taxa de inflação não ceda de forma expressiva em comparação com os 5,84% do ano passado. O diagnóstico para o baixo desempenho dos investimentos continua sendo o da falta de confiança do setor privado nas reais intenções do governo; e as conversas da presidente Dilma com empresários, desde o início do mês, talvez não sejam suficientes para reanimar os “espíritos animais”. Diante da resistência inflacionária, qual será a ação do Banco Central? A autoridade monetária manterá os juros estáveis se a inflação bater no teto da meta? Ou, ainda, os juros permanecerão estáveis mesmo com uma política fiscal mais expansionista? Qual a meta de superávit primário do governo para este ano? Os Estados e municípios serão retirados da conta fiscal? Até quando o BC vai operar com uma espécie de banda cambial? A economia brasileira perdeu dinamismo? -
Blog 21/01/2013 às 20h16 0
Inflação preocupa, mas há atenuantes
O governo está preocupado com a inflação, que só sobe, mas avalia que há atenuantes. A variação do IPCA pode chegar próxima ao teto da banda, de 6,5%, até o fim do primeiro trimestre mas, depois, vai começar a ceder, argumentam fontes oficiais. Elas alegam que a redução da conta de energia elétrica não será neutralizada pelo uso das usinas termelétricas – mais cara; que o preço da carne no mercado doméstico cai por causa do embargo às importações; e que o impacto do reajuste do salário mínimo este ano será menor. Associa-se a isso os efeitos esperados das desonerações de impostos em vários setores, que seriam repassadas para os preços, e a boa colheita da safra de grãos. -
Brasil 18/01/2013 às 00h00 10
Dilma decide e Mantega fica
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, fica no governo. A presidente Dilma Rousseff não pretende ceder às pressões do mercado e da mídia
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Opinião 21/12/2012 às 00h00 1
Dilma busca dialogar com o setor privado
O desafio de Dilma para 2013 é convencer os empresários a investir mais, elevar a oferta de bens e serviços e viabilizar um caminho de crescimento sustentado
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Blog 18/12/2012 às 19h10 0
O impacto das desonerações no Pibinho
Passado o susto do Pibinho de 0,6% no terceiro trimestre, os técnicos do governo continuam à cata de explicações para o que ocorreu que justifiquem um erro tão brutal de previsão (estimava-se um crescimento de 1% a 1,2% no período). Sobretudo, o que aconteceu com os setores de educação e saúde, que costumam apresentar crescimento de 2%, 3% e vieram com magro 0,1%. Trata-se, aqui, da contabilização do aumento dos gastos públicos nas três esferas – União, Estados e municípios – e seria normal esperar um bom desempenho dessas duas áreas num ano de eleições municipais. -
Blog 18/12/2012 às 12h56 1
BC: Desfazendo as macroprudenciais
O mercado já começa a prever novas medidas para aliviar a taxa de câmbio, na mesma direção que o Banco Central vem seguindo, de desmontar as medidas macroprudenciais tomadas no passado, quando o real estava muito apreciado. -
Brasil 14/12/2012 às 00h00 0
Governo prepara novas medidas
Convencida de que corre contra o tempo, a presidente Dilma Rousseff pretende atacar a falta de competitividade da economia brasileira em pelo menos duas frentes
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Blog 13/12/2012 às 19h16 0
Febraban e BC discutem prorrogação de Basileia 3
Dirigentes da Febraban e do Banco Central discutiram ontem, em Brasília, o adiamento da implementação das novas regras de capitalização dos bancos públicos e privados preconizadas no acordo de Basileia 3. Algumas medidas começariam a vigorar a partir de janeiro de 2013, mas vários países, inclusive os Estados Unidos, já anunciaram que vão postergá-las. Outros, como China, Japão e Austrália, vão obedecer os prazos originais. O BC teria que divulgar as normas definitivas que pretende adotar ainda este ano, assim como a data de partida para sua vigência. Os bancos querem a prorrogação, sobretudo da readequação dos créditos tributários. A resposta deve ser dada nos próximos dias. -
Blog 11/12/2012 às 18h05 0
Tombini e os pingos nos “is”
Há momentos, na gestão do regime de metas para a inflação, em que a falta de novidades é a novidade. O pronunciamento do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, hoje, não trouxe notícias novas, mas teve caráter esclarecedor. Ele colocou em “on” o que as autoridades do governo estavam dizendo em “off” na semana passada, principalmente nas questões de dois preços-chave: câmbio e juros. -
Blog 10/12/2012 às 18h25 1
Queda dos investimentos pode ter sido ajuste de estoques
O “pibinho” do terceiro trimestre continua produzindo um debate que merece atenção. Na semana passada o economista Francisco Lopes questionou os dados do IBGE relativos à performance do sistema financeiro. Hoje ele aponta outro fator que pode explicar toda ou parte da decepção com o desempenho dos investimentos, cuja queda foi de 2% sobre o trimestre imediatamente anterior. A chave, segundo ele, pode estar nos estoques da indústria. “Um problema particularmente grave para o entendimento do comportamento da economia brasileira desde 2008 é a quase total inexistência de informações sobre a evolução dos estoques”, diz. “O IBGE simplesmente não calcula a componente de variação de estoques nos números do PIB trimestral.” A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga uma sondagem sobre estoques industriais, mas somente a partir de 2011. -
Brasil 07/12/2012 às 00h00 1
Cortar mais a Selic está fora dos planos
Não consta dos planos do governo retomar a redução da Selic no início de 2013, assim como não está no horizonte do BC novo patamar de desvalorização do câmbio
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Brasil 30/11/2012 às 00h00 7
Entre Dilma e o setor privado há um abismo
Existe no Planalto a percepção de que, enquanto prosperar a desconfiança do setor privado em relação ao governo, não haverá a expansão dos investimentos
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Blog 28/11/2012 às 18h29 0
Planalto admite desânimo e quer vencer desconfianças
O governo ainda está confiante na recuperação da economia mediante o aumento dos investimentos e cita as performances dos financiamentos do BNDES, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica para o setor privado nos últimos cinco a seis meses, como demonstração de que as empresas começam, de forma paulatina, a retomar investimentos. -
Blog 28/11/2012 às 10h30 1
EXCLUSIVO: Fazenda e BC discutem os prazos para Basileia 3
O Ministério da Fazenda discute com o Banco Central o cronograma de implementação das novas regras de capitalização dos bancos brasileiros (Basileia 3). O foco das preocupações da Fazenda é com o risco de criar maiores restrições à expansão do crédito já no ano que vem, num momento em que a oferta de crédito pelos bancos privados ainda está contida e o governo teve que acionar os bancos públicos para estimular o financiamento do consumo. -
Blog 09/11/2012 às 17h22 1
A lógica da Selic na dívida dos Estados
O Ministério da Fazenda retirou do pacote de negociação com os governadores estaduais o problema do Fundo de Participação dos Estados (FPE), cujo atual sistema de partilha foi julgado inconstitucional e terá que ser alterado até o fim do ano. O Tesouro Nacional não pretende colocar mais recursos no FPE e a solução terá que ser negociada entre os chefes dos executivos estaduais e o Congresso, para que uma lei estabeleça a nova regra de partilha e qual será o regime de transição. Duas propostas estão sob discussão no Congresso para viabilizar a migração do atual para um novo sistema: distribuir com base na nova lei só a variação nominal da receita de um ano para outro ou, como defende o grupo de notáveis que fez uma ampla proposta de reforma, distribuir pelo novo sistema de partilha só o que representar aumento real de receita. -
Opinião 09/11/2012 às 00h00 3
É hora de desarmar a federação
União está convencida de que os Estados só tem um caminho: chegar a um acordo sobre o ICMS
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Opinião 26/10/2012 às 00h00 13
Educação: da negligência à exorbitância
A presidente Dilma Rousseff deve sancionar a lei do novo Plano Nacional da Educação (PNDE), cujo projeto praticamente dobra os gastos com a educação pública no país
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Blog 24/10/2012 às 19h54 0
Mantega sobre boatos de demissão: “Já me acostumei”
Há 10 anos no governo e seis anos e meio como ministro da Fazenda, Guido Mantega não se abala mais com boatos de que será substituído no cargo. “Eles me demitem e até já providenciam o substituto”, comentou o ministro, rindo, sobre o mais recente boato de que seria substituído pelo atual presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. “Estou há 10 anos aqui (no governo) e já me acostumei”, prossegue o ministro, sempre negando que esteja pensando em deixar o cargo ou que a presidente Dilma Rousseff pretenda que ele saia do governo. “Só vou sair quando o país estiver em crescimento forte, robusto....”, continua, fazendo brincadeiras, durante entrevista ao Valor, na terça feira. -
Macroeconomia 19/10/2012 às 00h00 3
Taxa Selic deve ficar estável em 2013
A leitura que fontes qualificadas do governo fazem é que não deve haver alteração na taxa Selic ao longo de 2013
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Blog 11/10/2012 às 08h17 1
Copom: Se a inflação subir, não se preocupe
O comunicado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgado hoje, traz três informações importantes na frase “o Comitê entende que a estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear”. -
Blog 10/10/2012 às 16h25 0
Incerteza, fator que compromete crescimento
No Panorama Econômico Global, divulgado ontem pelo FMI, chama a atenção o aumento do espaço das incertezas como elemento de determinação do nível da atividade econômica global. Apenas para se ter ideia de que tipo fator é esse, basta ver a dimensão do problema fiscal que está colocado para o governo americano, o “fiscal cliff” – um conjunto de incentivos que termina no fim do ano, que corresponde a cerca de 4% do PIB e para o qual o governo terá que negociar uma saída com o Congresso. É impensável imaginar que eles serão apenas extintos, produzindo um ajuste fiscal do tamanho previsto. Mas também não é prudente achar que esta será uma equação de solução simples. -
Opinião 05/10/2012 às 00h00 9
Surgem dúvidas sobre crescimento em 2013
O crescimento de 4% a 4,5% não é um desempenho líquido e certo para a economia brasileira em 2013
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Brasil 28/09/2012 às 00h00 6
O BC, o tripé e as incertezas do mercado
A real extensão da mudança do tripé da política macroeconômica - regime de meta para a inflação, câmbio flutuante e superávit fiscal - gera incerteza no mercado
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Blog 25/09/2012 às 20h10 0
Mantega fala de juros em geral
Em resposta à nota postada nesse blog, intitulada “ Tombini, Mantega e Juros”, fontes do Ministério da Fazenda fizeram a seguinte observação. “O ministro Guido Mantega tem autorização para falar sobre macroeconomia de forma ampla e essa autorização não lhe foi retirada”. Quando o ministro e o secretário executivo do Ministério, Nelson Barbosa, comentaram, em entrevistas, que os juros não vão precisar subir em 2013, eles estavam tão somente rebatendo os prognósticos do mercado. “Quer dizer que o mercado pode falar que a Selic deve subir em 2013 e o ministro não pode falar sobre taxa de juros?”, indagou uma fonte próxima à Mantega. -
Blog 25/09/2012 às 19h37 0
Mantega fala de juros em geral
Em resposta à nota postada neste blog, intitulada “Tombini, Mantega e Juros”, o Ministério da Fazenda faz a seguinte observação. “O ministro Guido Mantega tem autorização para falar sobre macroeconomia de forma ampla e essa autorização não lhe foi retirada”. Quando o ministro e o secretário executivo do Ministério, Nelson Barbosa, comentaram, em entrevistas, que os juros não vão precisar subir em 2013, eles estavam tão somente rebatendo os prognósticos do mercado. “Quer dizer que o mercado pode falar que a Selic deve subir em 2013 e o ministro não pode falar sobre taxa de juros?”, indagou uma fonte próxima à Mantega. -
Blog 25/09/2012 às 13h40 0
Tombini, Mantega e juros
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, fez chegar ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, e ao secretário executivo, Nelson Barbosa, seu descontentamento com as inserções de ambos na seara da política monetária. Mantega e Barbosa deram entrevistas nos últimos dez dias para adiantar suas opiniões sobre os juros em 2013. Eles avaliam que a Selic deverá ficar estável no próximo ano, ao contrário do mercado, que espera elevação da taxa. O problema não é o conteúdo das declarações – se os juros vão cair, ficar estáveis ou subir – mas o debate público em torno de um tema da alçada do Copom. -
Blog 24/09/2012 às 17h13 0
Quem define a taxa de juros é a inflação
No debate sobre o futuro da taxa Selic – se no ano que vem ela terá que subir, ficará estável ou pode até cair – a posição do Banco Central é simples: quem vai definir o destino da Selic é a inflação. -
Blog 21/09/2012 às 08h34 0
Relatório de Inflação apontará inflação e PIB mais realistas
O relatório de inflação que o Banco central vai divulgar no fim do mês as projeções de inflação e de crescimento da economia devem ser refeitas e colocadas em patamares mais realistas. No último relatório, relativo ao segundo trimestre do ano, a projeção de inflação no cenário básico era de 4,7% para este ano e a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), de 2,5%. A inflação efetiva caminha para pouco mais de 5% - algo como 5,2% a 5,3% ¬- e o PIB vai crescer menos de 2%. Na visão da autoridade monetária, a inflação descarrilhou por causa do choque de preços das commodities agrícolas. Na ausência de novos incidentes, ela volta para algo abaixo de 5% em 2013. -
Brasil 21/09/2012 às 00h00 2
Inflação ficará abaixo de 5% só em 2013
Governo admite que inflação poderá ficar próxima dos 5,3% que o mercado prevê, mas conta com IPCA abaixo de 5% para 2013
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Opinião 14/09/2012 às 00h00 4
Câmbio não gerou recessão na indústria
A recessão na indústria foi produto da queda dos investimentos e não, como indica o senso comum, da valorização da taxa de câmbio
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Blog 11/09/2012 às 18h32 2
Mais medidas nos próximos dias
Anunciada a redução das tarifas de energia, a próxima medida do cronograma do governo será a sanção da MP 563. Aprovada no Congresso, a medida provisória deve ser sancionada até a próxima semana e trará uma forte ampliação das desonerações da folha de salário das empresas. Praticamente toda a indústria manufatureira estará contemplada pela desoneração: a de alimentação, têxtil, calçados, vestuário, bens de capital e a indústria de autopeças. As montadoras não vão entrar no novo regime de tributação – que troca a folha pelo faturamento – por razões específicas . O Ministério da Fazenda chegou a considerar sua inclusão, mas concluiu que não seria útil pois há empresas montadoras, sobretudo as instaladas mais recentemente no país, que não têm folha de salários. “Algumas são contratadoras, não tem folha”, explicou uma fonte que participou da negociação. Continuarão no regime de contribuição sobre a folha também a indústria siderúrgica e a química e petroquímica. A MP trará, ainda, a regulamentação que ainda falta para a implementação do cadastro positivo e a decisão final do governo sobre a desoneração integral dos produtos da cesta básica, dentre outros. -
Blog 05/09/2012 às 13h36 2
Corte da Selic desvalorizou real em ao menos 5 centavos, dizem fontes
São poucos, muito poucos, os que no governo avaliam que haveria espaço para mais um corte na taxa Selic, na próxima reunião do Copom, em outubro. O prognóstico dominante é o de que está encerrado o ciclo queda da Selic. Em um ano ela caiu 5 pontos percentuais, de 12,5% para 7,5% e, agora, mais importante do que forçar uma nova baixa é consolidar os juros nesse patamar e preparar o sistema financeiro para trabalhar com novos produtos. O Ministério da Fazenda pretende, até o fim deste ano, enviar ao Congresso Nacional medidas que vão abrir espaços para novos instrumentos de investimentos no mercado de capitais com isenção de Imposto de Renda. -
Blog 04/09/2012 às 12h53 0
Se o mundo deixar Brasil pode crescer 4,5% em 2013
Cresce, no governo, a preocupação com os rumos da economia global, cujo comportamento será decisivo para o desempenho da economia brasileira no próximo ano. “A Europa continua muito ruim, a China começou a piorar e nos Estados Unidos, a situação é de estabilidade, o que não é bom”, comentou uma alta fonte do governo. O cenário que aparece para 2013 é de recessão na Europa, desaceleração mais forte do que se imaginava na China e nenhum sinal de pujança nos EUA. -
Opinião 31/08/2012 às 00h00 5
Há senso de direção na economia
O governo Dilma realizou uma série de ações em seus 20 meses, mas tão ou mais importante que eles é a mudança do foco da política econômica
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Blog 28/08/2012 às 16h29 0
O crédito vai aumentar, mas moderadamente
O governo não deve esperar muito do sistema financeiro para fazer a economia crescer. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, chamou os dirigentes dos maiores bancos do país há quinze dias e cobrou ousadia na oferta de crédito, inclusive dos bancos públicos. O problema, porém, não está só na oferta. Há constrangimentos também do lado da demanda. -
Macroeconomia 24/08/2012 às 00h00 12
Inflação não tira o sono do governo
Se o IPCA não é um drama para este ano, o mesmo não se pode dizer da inflação de 2013
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Opinião 17/08/2012 às 00h00 3
Governo não quer mais privatizar aeroportos
Ao contrário do definido para rodovias e ferrovias, nos aeroportos o Estado pretende fazer associações com o setor privado, mas manter-se majoritário
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Blog 15/08/2012 às 15h34 0
Governo recriou o Geipot
No pacote de concessões de rodovias e ferrovias, anunciado hoje pela presidente Dilma Rousseff, foi recriada a Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, o velho Geipot, agora com novo nome: Empresa de Planejamento e Logística. -
Brasil 10/08/2012 às 00h00 7
Menos crescimento e mais inflação este ano
Governo está convicto de que conjunto de estímulos fiscais e monetários concedidos vai fazer a economia reagir. A incógnita é quando e quanto
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Blog 31/07/2012 às 13h00 0
Uma avaliação positiva do FMI sobre os bancos
O relatório sobre estabilidade do sistema financeiro do Brasil, preparado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e divulgado hoje, traz uma radiografia minuciosa e positiva da situação dos bancos e faz uma avaliação bastante favorável da supervisão do Banco Central. -
Blog 31/07/2012 às 10h25 0
Governo se empenha na reforma do ICMS e do PIS/Cofins
Para reduzir os custos de produção e dar maior competitividade ao setor privado brasileiro, o governo federal recolocou na sua agenda duas reformas importantes do sistema tributário: a unificação das alíquotas do ICMS e a simplificação do PIS/Cofins. Ao invés de negociar com os governos estaduais uma diminuição da incidência do ICMS sobre energia elétrica, as mudanças tendem a ser mais ambiciosas. O Ministério da Fazenda pretende insistir na adoção de uma alíquota de 4% do tributo. Hoje o ICMS tem duas alíquotas, uma de 7% (para mercadorias que saem de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e dos Estados do Sul para o restante do país); e a geral de 12%. -
Brasil 27/07/2012 às 00h00 4
Há espaço para o consumo crescer
O governo está convencido de que ainda há espaço para o crescimento econômico puxado pela expansão da demanda doméstica
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Blog 20/07/2012 às 15h10 2
Queda de preços da energia pode chegar próxima a 20%
A inflação de 2013 terá uma ajuda importante que não está considerada nas expectativas do mercado: os preços da energia. Ainda há muitas coisas indefinidas na proposta que o governo prepara para anunciar no mês que vem. Mas, além da retirada, provavelmente parcial, dos impostos federais e da transferência dos encargos que incidem sobre a conta de energia para o Tesouro Nacional, o governo quer uma redução de tarifas — da ordem de 10% — no momento em que for negociar a renovação das concessões para o setor. -
Macroeconomia 20/07/2012 às 00h00 1
A segunda "virada" do governo Dilma
Presidente Dilma Rousseff pretende anunciar em agosto um pacote de medidas que caracterizariam a segunda "virada" de seu governo
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Blog 18/07/2012 às 12h43 1
MP incentiva a redução da inadimplência
A medida provisória 563, aprovada ontem pela Câmara dos deputados, traz um novo estímulo para a renegociação de dívidas de pessoas físicas e empresas, em mais uma ação do governo para reduzir a inadimplência e abrir espaço para o aumento do consumo. Foi alterado o artigo da lei 12.431, que tratava com um regime tributário especial, as renegociações de dívidas de até R$ 30 mil de pessoas físicas e agricultores. O governo negociou com o relator da MP, senador Romero Jucá (PMDB-RO) uma emenda que retirou esse teto e ampliou o alcance também para empresas. A MP, agora, vai para o Senado. -
Brasil 13/07/2012 às 00h00 3
O pior já passou, acredita o governo
Não é generalizada a esperança de um reaquecimento da atividade econômica no último trimestre, mas, no governo acredita-se que o pior já passou
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Blog 11/07/2012 às 17h07 0
À espera de um sinal do Copom
É grande a expectativa de um sinal do Comitê de Política Monetária (Copom), no comunicado após a reunião de hoje, que indique se o ciclo de afrouxamento monetário já está mais próximo do fim. Desde que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, prognosticou que a economia estará crescendo na faixa de 4% no último trimestre deste ano, em todas as conversas dos demais diretores com analistas do mercado eles reiteraram essa convicção. Há um leque de estímulos fiscais e monetários, concedidos pelo governo desde o segundo semestre do ano passado, que vão fazer efeito sobre a atividade econômica. O que mudou foi o timing de maturação dessas medidas, que está mais lento. Os dados do varejo anunciados hoje foram decepcionantes, mas se referem ao passado, a maio, quando foram adotados os incentivos fiscais, como as desonerações dos automóveis. -
Blog 10/07/2012 às 16h31 0
Falta confiança para investir
O Brasil esta sofrendo mais com a crise externa do que os demais emergentes. Enquanto a Bolsa de Valores da Turquia, por exemplo, acumula ganhos de 23,13% no ano e a do México, de 7,85%, a do Brasil registra queda de 3,93%. O mercado internacional está vendendo Brasil e comprando ativos de outros países emergentes. -
Blog 06/07/2012 às 15h57 5
Juro não é tudo, mas Selic pode ir abaixo de 7%
Não será surpresa se ao final deste ano a taxa básica de juros (Selic) estiver na casa dos 6%. A inflação perde força, a atividade econômica não reagiu até agora, a confiança - elemento essencial para dar largada a novos investimentos - é baixa e as notícias que vêm do resto do mundo só reforçam a percepção de que a crise externa será em formato de um L ou de U com o fosso mais prolongado. A desaceleração na China já levanta a suspeita de que o crescimento lá cai para a casa dos 6%. A recessão na Europa deve se arrastar por mais uns dois anos e aqui analistas de bancos falam em crescimento entre 1,2 e 1,5% em 2012. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerou essas projeções uma "piada", mas até pouco tempo ele insistia em crescimento de 4,5% este ano. O que é compreensível pois ele se atribui um papel de estimulador, de garantidor da economia. -
Macroeconomia 06/07/2012 às 00h00 0
Obras e consumo serão as bases de 2013
Para o governo, o crescimento econômico de 2013 terá que partir da expansão dos investimentos públicos, do crédito e do consumo
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Brasil 08/06/2012 às 00h00 7
Dilma descarta redução da meta fiscal
A presidente Dilma Rousseff descartou, por ora, redução da meta de superávit primário para aumentar investimentos
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Macroeconomia 01/06/2012 às 00h00 7
Diante do PIB fraco, governo discute medidas para estimular investimentos
O governo discute e colhe sugestões para estimular a expansão da oferta de bens e serviços
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Macroeconomia 25/05/2012 às 00h00 1
A inflação pode ficar no centro da meta
Uma conjunção de fatores pode levar a inflação medida pelo IPCA para um patamar muito próximo do centro da meta, de 4,5%, este ano
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Macroeconomia 18/05/2012 às 00h00 9
Exauriu a expansão pelo consumo
Percepção de que o crescimento brasileiro em 2012 será modesto já se dissemina no governo
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Macroeconomia 11/05/2012 às 00h00 7
Não basta ter juros baixos e câmbio alto
Livro "Além da Euforia" esmiúça os problemas, atrasos e gargalos que se acumulam no país
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Macroeconomia 04/05/2012 às 00h00 13
Tempos difíceis para os bancos
Presidente Dilma Rousseff comprou uma briga com os bancos, que não se constragem com discursos oficiais, mas podem responder a regras mais severas de regulação
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Brasil 27/04/2012 às 00h00 0
Copom revê e amplia cortes na Selic
Comitê de Política Monetária agora vê espaço adicional para prosseguir no corte dos juros básicos da economia
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Brasil 20/04/2012 às 00h00 3
Juros não são a causa da apreciação do real
Mesmo que a taxa Selic caia bem abaixo de 9% ao ano, reduzindo os ganhos de arbitragem, a tendência do câmbio no país é de valorização
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Brasil 13/04/2012 às 00h00 7
Cortar juros e spread é política de governo
A presidente Dilma Rousseff decidiu comprar a briga para reduzir o juro ao consumidor e instruiu Guido Mantega, a endurecer com os bancos privados
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Blog 12/04/2012 às 17h24 0
“Um calor” nos gestores
As regras de correção dos rendimentos da caderneta de poupança aparecem como um provável limitador da ação do Copom, caso decida levar o juro para patamar mais baixo, mas fontes oficiais não se abalam com a ideia de que Selic na casa dos 8,75% ao ano pode levar a uma corrida dos aplicadores dos fundos de investimento para as cadernetas, além de criar eventuais dificuldades para a administração da dívida pública. -
Brasil 30/03/2012 às 00h00 2
A aparente contradição do BC
No Relatório de Inflação, o cenário de referência do BC fica "inflado" e apresenta projeção de inflação mais salgada do que a que o Copom considera mais provável
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Brasil 23/03/2012 às 00h00 1
Cenário externo se desanuviou
Acena externa melhorou e o risco de que o "tsunami monetário" inunde o Brasil é menor do que se supunha há algumas semanas
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Brasil 09/03/2012 às 00h00 3
Vale tudo para animar e proteger a economia
Brasil deve aproveitar oportunidade que o mundo em desinflação está dando para resolver distorção dos juros e retomar o crescimento
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Brasil 02/03/2012 às 00h00 1
Câmbio, juros e a inundação do BCE
Elevação do IOF para empréstimos externos de até três anos é parte de ações do governo para enfrentar um aumento brutal do fluxo de capitais
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Brasil 24/02/2012 às 00h00 4
Importar mão de obra por contrato temporário
Aquecimento do mercado de trabalho, apesar do desaquecimento da economia, preocupa o governo
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Brasil 17/02/2012 às 00h00 1
Crédito pós-crise foi para consumo
Cerca de 77% da expansão do crédito no Brasil entre 2008 e 2011 foi produto da ação dos bancos públicos
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Brasil 10/02/2012 às 00h00 0
BC acena com mais regulação e menos juros
A combinação de medidas macroprudenciais e juros para buscar a estabilidade econômica, foi bem-sucedida e veio para ficar, diz diretor do BC
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Brasil 03/02/2012 às 00h00 1
Atrasos nos investimentos ameaçam crescimento
"Não perca tempo. Coopte o setor privado para lhe ajudar na decolagem", teria recomendado Lula à presidente Dilma
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Blog 27/01/2012 às 16h53 0
Pé no chão
Mesmo contando com a possibilidade de juros de um dígito este ano, conforme a ata do Copom, o Banco Central trabalha com crescimento econômico de 3,5%. O processo de retomada do nível de atividade este ano será inverso ao de 2011. O Produto Interno Bruto (PIB) deve ter uma performance bastante moderada no primeiro trimestre, um pouco melhor no segundo trimestre, apontando para níveis mais fortes só a partir de agosto. Apesar da trajetória de queda da Selic em direção à casa dos 9% ainda no primeiro semestre, o BC não parece muito entusiasmado com o desejo de maior aceleração que vem do Ministério da Fazenda e do Palácio do Planalto. -
Brasil 27/01/2012 às 00h00 0
Juro neutro é menor do que pensa o mercado
A leitura da ata da última reunião do Copom indica que a convergência dos juros domésticos para os padrões internacionais é um projeto de governo
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Brasil 20/01/2012 às 00h00 2
O pesado custo da previdência pública
Brasil gasta quase 5% do PIB com a previdência de servidores públicos, mais que o dobro da mediana do gasto dos países da OCDE
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Blog 16/01/2012 às 18h42 0
Trajetória da Selic depende do governo
A divisão no governo sobre os rumos da política fiscal este ano pode dificultar bastante a tarefa do Copom, que se reúne amanhã e quarta-feira para decidir sobre o corte da taxa de juros Selic. O Banco Central, para prosseguir na queda da taxa de juros, depende do que a presidente Dilma Roussef vai escolher como meta de superávit primário para 2012. -
Brasil 13/01/2012 às 00h00 0
Uma outra maneira de ver o PIB
Não é impossível obter variação próxima a 5% para o PIB em 2012, conforme desejo do governo. Basta fazer uma leitura diferente dos dados do IBGE
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Brasil 23/12/2011 às 00h00 0
Medidas prudenciais multiplicam efeitos da Selic
2012 aponta como inverso de 2011, com inflação em baixa e PIB em recuperação. Conta do último ano da gestão Lula está sendo quitada
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Blog 21/12/2011 às 16h14 0
Dúvidas sobre a inflação
Economistas e operadores do mercado notaram uma mudança relevante no discurso do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, ontem na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Na apresentação, ao se referir aos três pilares da política macroeconômica, ele listou: controle da inflação, responsabilidade fiscal e câmbio flutuante. Assim como o fez a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em conversas e declarações recentes, Tombini mencionou “controle da inflação” e não “meta de inflação”. -
Blog 20/12/2011 às 13h17 0
BC vê Europa sem ruptura - mas também sem solução
Desde julho o Banco Central faz um monitoramento diário da situação externa e seus reflexos no país. As linhas de crédito internacionais não caíram. O montante permanece em torno de US$ 70 bilhões, mas os preços aumentaram em média 50 pontos base, o que também não chega a ser dramático dado que a Libor está baixa. Mesmo assim o BC fez, na semana passada, um leilão de linhas em dólar e constatou que não havia demanda. -
Blog 19/12/2011 às 14h37 0
Meta de inflação seguirá as convenções matemáticas
A última pesquisa Focus, do Banco Central, aponta uma expectativa de inflação de 6,52% para este ano. Se essa previsão se confirmar, o BC terá cumprido a meta com o intervalo de tolerância. A resolução que estabeleceu a meta para 2011 diz que ela foi fixada em 4,5% com intervalo de tolerância de 2,0 pontos percentuais para cima ou para baixo. O teto da inflação, no regime de metas, é, portanto, de 6,5% e não 6,50%. A decisão do BC para essa questão é obedecer à convenção internacional de arredondamento: decimal de 0 a 4 arredonda-se para baixo e de 5 a 9, para cima. -
Brasil 16/12/2011 às 00h00 2
Sem o setor privado PIB não recupera em 2012
A aceleração do PAC não será suficiente para levar o crescimento da economia para a casa dos 3,5% a 4% em 2012
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Brasil 09/12/2011 às 00h00 1
A hora requer sangue frio, diz Armínio
Se tiver sangue frio, a presidente Dilma Rousseff poderá ver, no seu governo, os juros mais baixos que o Brasil já teve, diz Armínio Fraga
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Blog 06/12/2011 às 13h59 0
Alta de juro e medidas macroprudenciais abatem PIB
A forte desaceleração da economia no terceiro trimestre teve algum ingrediente da crise externa, refletido na queda dos índices de confiança do consumidor e do investidor. Mas o balde de água fria mesmo foi a combinação do aumento dos juros até julho com as medidas macroprudenciais que atingiram direto o crédito ao consumo. Com tudo isso, aliado à perda de dinamismo do investimento público, o crescimento este ano dificilmente chegará a 3%. -
Brasil 02/12/2011 às 00h00 0
Tudo pelo crescimento no próximo ano
Projeções de que o PIB de 2012 poderia crescer só 2,8% deixaram a presidente apreensiva e aceleraram o lançamento do pacote de desoneração
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Blog 30/11/2011 às 15h49 0
Bancos centrais “compram tempo” na Europa
A ação coordenada dos principais bancos centrais do mundo, anunciada pela manhã, para prover liquidez ao sistema financeiro foi um bom sinal – de que as autoridades monetárias estão dispostas a agir – mas também traz uma visão preocupante: a de que a situação na Europa é pior do que se imaginava. Há um forte problema de falta de liquidez em euros e a contração do crédito na região está num patamar perigoso. Isso leva analistas financeiros internacionais a supor que as lideranças políticas europeias têm prazo até o primeiro trimestre de 2012 para apresentar um caminho de solução. -
Blog 29/11/2011 às 15h42 0
Economia reage pouco no último trimestre
Pelos dados coletados entre outubro e novembro, o mercado ainda não conseguiu detectar uma recuperação do nível de atividade econômica que faça o último trimestre deste ano ser muito melhor do que o terceiro trimestre, quando o PIB ficou muito próximo de zero. Os indicadores relativos a produção industrial, a pesquisa mensal de comércio e de confiança do consumidor e do investidor , segundo economistas de bancos, ainda não teriam reagido. Aliás, é na piora dos índices de confiança que se encontram os efeitos mais fortes da crise externa, mais do que a redução da oferta de crédito doméstico com recursos captados no exterior. -
Blog 25/11/2011 às 18h18 0
Governo vai entregar o que prometeu
Com um superávit de 3,33% do PIB em doze meses até outubro, o governo mostra que vai cumprir rigorosamente o compromisso firmado no início deste ano de produzir um superávit primário de 3,1% do PIB nas contas consolidadas do setor público, sem malabarismos contábeis. Os mercados, que passaram metade do ano descrentes das promessas do ministro da Fazenda, Guido Mantega, cederam aos fatos e passaram a contabilizar a meta fiscal em seus prognósticos para este ano. -
Brasil 25/11/2011 às 00h00 0
O governo afia as ferramentas anticrise
Governo brasileiro já sentiu os primeiros efeitos do contágio da crise mundial e se prepara para reanimar a economia em 2012
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Blog 21/11/2011 às 18h31 3
Educação e inovação pautam nova fase de crescimento
O modelo de crescimento do país, na gestão PT, entrou na sua terceira fase. A primeira, que começou em 2003/2004, foi marcada por políticas de transferência de renda e recuperação do poder de compra do salário mínimo. A partir de 2007, iniciou-se a segunda fase, com o aumento dos investimentos públicos, incentivos para investimentos privados, políticas industriais e programas habitacionais (como o Minha Casa Minha Vida). O impulso ao crescimento, agora, será dado pelos investimentos em educação e inovação, segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. -
Blog 11/11/2011 às 11h17 0
Governo avalia sua munição
O governo pode desfazer uma série de medidas que adotou do fim de 2010 para cá para frear o crescimento econômico e, com isso, conter a aceleração inflacionária. A possibilidade de encerrar seu primeiro ano de governo com uma taxa de crescimento próxima de zero nos dois últimos trimestres do ano, mesmo sem os efeitos da dramática crise europeia, preocupa a presidente Dilma Rousseff. -
Brasil 11/11/2011 às 00h00 0
Governo quer mais crescimento em 2012
Crescer em 2012 é o grande desafio de Dilma, que deve encerrar o primeiro ano de governo com taxa de crescimento próxima de zero nos dois últimos trimestres
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Blog 09/11/2011 às 14h38 0
Ponto de não retorno
A partir do momento em que a London Clearing House aumentou a margem cobrada pelos títulos da Itália hoje, o país que é o terceiro maior mercado de bônus do mundo entrou no que o mercado internacional chama de “ponto de não retorno”. As taxas de rolagem da dívida italiana tornam esta insustentável, na avaliação de operadores de grandes fundos de investimento. -
Blog 08/11/2011 às 18h17 0
Sem saída?
A crise na zona do euro não tem solução visível e isso ficou muito claro para o governo brasileiro na reunião do G-20 em Cannes, semana passada. A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltaram desse encontro com preocupações redobradas. -
Blog 04/11/2011 às 17h53 1
O BC e o risco da meta de crescimento
A presidente Dilma Rousseff terá que decidir, junto com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, qual a posição do governo em relação ao projeto de lei complementar aprovado esta semana na Comissão de Assuntos Econômicos(CAE) do Senado, que adiciona às missões do BC “estimular o crescimento econômico e a geração de empregos”. Esse não é um tema singular ao Brasil. Nos Estados Unidos, o Comitê de Política Monetária (Fomc, na sigla em inglês) também discute a introdução de uma meta para o PIB nominal, que seria, na prática, resultante de uma meta mais explícita de inflação e, também, para o PIB real. -
Brasil 04/11/2011 às 00h00 0
Juros e salário mínimo comandam PIB de 2012
Pergunta que economistas do governo se fazem é se queda dos juros e reajuste do mínimo serão suficientes para manter crescimento em 2012
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Blog 31/10/2011 às 18h10 0
Inflação em queda
A inflação de outubro, medida pela variação do IPCA, pode ter ficado ao redor de 0,40%, segundo dados ainda preliminares que chegaram ao governo. Essas informações indicam a possibilidade de o índice de preços ter se situado em 0,38%, consolidando as expectativas de que a partir de agora e até abril/maio de 2012 a inflação acumulada em 12 meses é cadente. A virada do IPCA ocorreu quando o IPCA-15 de outubro veio com variação de 0,42%, abaixo da inflação de 0,53% de setembro. -
Brasil 28/10/2011 às 00h00 0
Brasil quer ajudar a Europa através do FMI
Governo brasileiro admite participar de pacote de socorro aos países da zona do euro, mas quer limitar colaboração a um acordo com o FMI
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Blog 26/10/2011 às 17h55 0
Governo monitora cenário para evitar desaceleração mais forte
De olho na reunião das lideranças europeias, hoje, e na expectativa de uma solução mais definitiva para a crise na zona do euro para ser anunciada na semana que vem, quando da reunião do G-20, o governo brasileiro tem como principal preocupação, na área econômica, a queda na taxa de crescimento da economia neste e no próximo ano. Se a desaceleração for muito forte no último trimestre, “como vamos levantar esse avião em 2012?”, questiona um graduado economista oficial. -
Blog 24/10/2011 às 17h58 0
Performance do setor real começa a afetar projeções para o PIB
É muito difícil, praticamente impossível, esquadrinhar a atividade produtiva no país hoje para saber o que está produzindo a desaceleração, se o aumento dos juros do início do ano, as medidas macroprudenciais tomadas desde dezembro de 2010 ou a crise externa com impacto sobre a confiança dos empresários e consumidores. Provavelmente, o desaquecimento doméstico é produto da soma de todos esses fatores. -
Brasil 21/10/2011 às 00h00 0
Risco de baixo crescimento preocupa Dilma Rousseff
Dilma acha que as pessoas, no Brasil, estão subavaliando os efeitos da crise externa sobre o nível de atividade doméstica dos próximos dois anos
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Blog 19/10/2011 às 17h00 0
Mercado subavalia efeitos da crise
Na avaliação de técnicos do Ministério da Fazenda, a inflação já cairia para a faixa de 5% ou um pouco menos no meio do segundo semestre de 2012, só com as medidas tomadas pelo governo desde o início do ano. Com os danos que consideram que a crise externa trará para a economia brasileira, a variação do IPCA vai encostar no centro da meta de 4,5% no fim do próximo ano, argumentam, em linha com as previsões do Banco Central. -
Blog 17/10/2011 às 18h00 0
A motorista, o ministro e o Copom
A demissão da motorista Evaldete Santana de Almeida, feita pelo ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, em portaria assinada no último dia 11 e publicada no Diário Oficial do dia 14, não tem qualquer ligação com as investigações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre movimentações estranhas no mercado de juros nas vésperas da reunião do Copom, dia 31 de agosto. -
Blog 14/10/2011 às 17h50 0
Inflação preocupa Fazenda, mas queda do crescimento assusta
O Ministério da Fazenda, preocupado com os rumos da inflação, montou um sistema de acompanhamento para monitorar quantas vezes a palavra inflação é citada no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil, noticiários da Rede Globo. Esse indicador daria pistas sobre o quanto e a partir de que patamar a inflação incomoda a sociedade e, portanto, corrói a imagem do governo. -
Brasil 14/10/2011 às 00h00 0
Cai o crescimento, agora falta a inflação
Diferentemente da crise de 2008, 2011 há piora substancial no "trade off" entre inflação e crescimento
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Blog 13/10/2011 às 15h34 1
Risco da retração em agosto é o governo querer acelerar queda dos juros
A queda do nível de atividade em agosto, de 0,5% com relação a julho, segundo o IBC-BR – índice do Banco Central que é uma proxy do Produto Interno Bruto –, deverá se reproduzir também em setembro, o que poderá levar a uma contração do PIB no terceiro trimestre. Essa performance confirma as expectativas do presidente do BC, Alexandre Tombini, que espera, também, uma inflação decrescente a partir deste mês. -
Blog 13/10/2011 às 15h26 0
Risco da retração em agosto é o governo querer acelerar queda dos juros
A queda do nível de atividade em agosto, de 0,5% com relação a julho, segundo o IBC-BR – índice do Banco Central que é uma proxy do Produto Interno Bruto –, deverá se reproduzir também em setembro, o que poderá levar a uma contração do PIB no terceiro trimestre. Essa performance confirma as expectativas do presidente do BC, Alexandre Tombini, que espera, também, uma inflação decrescente a partir deste mês. -
Blog 11/10/2011 às 17h44 0
Economia em franca desaceleração
A queda de 0,4% nas vendas do varejo em agosto em relação a julho, conforme dados divulgados hoje IBGE, é uma forte indicação de que o nível de atividade no terceiro trimestre ficará muito próximo de zero, comparado ao segundo trimestre, podendo inclusive ser ligeiramente negativo. O risco de contração do PIB coloca em alerta o governo Dilma Rousseff, comprometido com um crescimento econômico não inferior a 3%. -
Blog 10/10/2011 às 22h17 1
Dissídios trazem ganhos reais aos salários, mas governo vê moderação
Boa parte das 400 Convenções Coletivas de Trabalho ocorridas até agosto trouxe ganhos reais para os trabalhadores, segundo acompanhamento que o governo vem fazendo para identificar o impacto dos aumentos dos salários sobre a inflação. Na média, o ganho real até agora foi de 1,38%. -
Brasil 07/10/2011 às 00h00 0
A cacofonia que ensurdece
Despontam no mercado projeções que reproduzem o IBC-BR do Banco Central e indicam crescimento muito próximo de zero no terceiro trimestre, comparado ao segundo
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Blog 06/10/2011 às 17h39 0
BC reitera moderação
Em pronunciamento há pouco, em solenidade no auditório do Banco Central, o presidente da instituição, Alexandre Tombini, reiterou a expressão que o mercado estava aguardando: a de que a política de juros seguirá um processo de “ajustes moderados”. -
Blog 04/10/2011 às 12h27 0
2008 e 2011 são crises com impactos distintos sobre o Brasil
Por essa altura, em 2008, o Brasil já estava paralisado. A crise que se instalou com a quebra do Lehman Brothers foi devastadora. Não havia linha de crédito para o comércio exterior, os bancos estavam travados, a liquidez empoçada nas grandes instituições e os pequenos e médios bancos tiveram que ser socorridos. -
Blog 30/09/2011 às 18h06 0
Os compromissos de Mantega
O mercado todo desconfia dos reais compromissos do governo Dilma Rousseff com o controle da inflação. Há a suspeita de que a presidente fez uma clara opção: não vai combater a inflação às custas de um baixo crescimento. Ela prefere tolerar uma inflação no teto da meta, ou mesmo acima dele, desde que o crescimento não caia dos 3,5% ao ano. -
Brasil 30/09/2011 às 00h00 0
O mundo pode exportar deflação em 2012
Para gestor de um fundo de hedge, "bancos centrais do Brasil e de Israel estão certos e os mercados estão flertando com o impossível"
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Blog 26/09/2011 às 17h28 0
Tombini volta de Washington e confirma diagnóstico para juro
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, retornou de Washington, onde participou da reunião anual do FMI/BIRD, com a certeza renovada de que nâo errou no diagnóstico que levou o Copom a cortar a taxa Selic em 0,5 ponto percentual. Ao contrário, as conversas das autoridades monetárias internacionais e altos representantes do mundo das finanças, no fim de semana, só aumentaram o pessimismo sobre o futuro da crise na zona do euro e sobre o fraco dinamismo da economia americana. -
Blog 23/09/2011 às 17h43 0
Efeitos da crise externa começam a aparecer
Até o fim do ano ou aparece uma solução para a crise na Europa ou surgirá um “evento”. Os mercados não suportam uma sangria tão longa como a que vem ocorrendo. É com essas duas possibilidades que o governo brasileiro trabalha. -
Opinião 23/09/2011 às 00h00 1
Taxa de câmbio pode subir de patamar
Depois da desvalorização do real, a expectativa do governo é que a taxa de câmbio se estabilize num novo nível, ao redor de R$ 1,70 -
Blog 21/09/2011 às 18h45 0
Governo atribui a desvalorização do real à aversão a risco
O governo considera “transitória” pelo menos uma parte da desvalorização do real frente ao dólar nos últimos dias e atribui esse movimento, fundamentalmente, à aversão ao risco que está penalizando as moedas de praticamente todos os países emergentes. -
Blog 20/09/2011 às 12h31 0
BC começa a recuperar a confiança do mercado
O governo deu sinais de que não vai deixar toda a tarefa de controlar a inflação nas mãos do Banco Central, o que representa um enorme avanço. E o BC indicou que está levando em séria conta o que ouviu do governo sobre os compromissos fiscais – de realização de metas de superávit primário “cheias” de 3,1% do PIB – para os próximos anos, de 2012 a 2014. -
Blog 16/09/2011 às 17h09 0
Brasil pode ajudar europeus, mas sem arriscar as reservas
Um dos temas centrais da reunião anual do Fundo Monetário Internacional/Banco Mundial, na semana que vem em Washington, deverá ser o desenho de uma forma de ajuda, por parte dos emergentes, aos países em crise de dívida soberana e financeira da zona do euro. O Brasil, aparentemente, se prontificou a entrar num eventual pacote de socorro. Mas, à parte a demonstração de disposição política, o governo brasileiro sabe bem que não será uma coisa tão simples assim. -
Blog 15/09/2011 às 17h26 0
PIB bem abaixo do potencial
Uma das premissas para a inflação começar a ceder é o Produto Interno Bruto (PIB) crescer abaixo do seu potencial. E foi isso que mostrou o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) de julho, divulgado ontem, assinalam economistas do governo. -
Blog 15/09/2011 às 13h25 0
Acordo para ampliar liquidez indica agravamento da crise na zona do euro
As autoridades monetárias mundiais renovaram o acordo que foi feito em 2008 para prover liquidez em dólares aos bancos europeus. Os bancos centrais dos Estados Unidos, Europa, Suíça, Inglaterra e Japão vão fornecer linhas em dólares para os bancos europeus, em mais um péssimo sinal de agravamento da crise na zona do euro. -
Opinião 09/09/2011 às 00h00 6
Para BC, haverá menos juros, inflação e crescimento
Se há alguma clareza sobre o quadro econômico internacional, o mesmo não se pode dizer dos compromissos fiscais do governo brasileiro -
Blog 08/09/2011 às 16h39 0
Energia e transporte a favor da queda da inflação
Dois fatores vão ajudar a reduzir a inflação entre outubro e abril: a revisão tarifária de algumas empresas de energia elétrica, sobretudo da Eletropaulo, que deve representar uma queda de mais de 5% nos preços da energia em São Paulo; e um reajuste bem mais modesto nos preços das passagens de ônibus também em SP, que este ano foi de mais de 11%. -
Blog 06/09/2011 às 09h59 0
Crise europeia: horizonte de longo prazo
Crises de endividamento são, por natureza, de longa digestão. É preciso um largo período de tempo para que os detentores das dívidas dos governos gerem resultado. E estes é que vão permitir o provisionamento dos créditos (que não serão quitados). Foi assim no caso da dívida externa brasileira. A ruptura das contas do balanço de pagamentos começou em 1982/83, mas a reestruturação dos débitos com desconto (Plano Brady) só foi ocorrer em 1994. Com os países endividados da zona do euro não deve ser diferente, o que alimenta a expectativa do governo de que este deverá ser um longo e custoso processo. -
Blog 02/09/2011 às 12h54 0
Desaceleração confirma expectativa do BC
Os dados sobre o desempenho da economia no segundo trimestre deste ano, divulgados hoje pelo IBGE, sancionam as expectativas do governo e, particularmente, as do Banco Central. É bastante provável que essas informações levem os agentes do setor privado a uma reavaliação das suas previsões para o PIB de 2011. -
Brasil 02/09/2011 às 00h00 9
O BC está seguro, o mercado não
Ao reduzir a Selic, o Copom confiou no compromisso do governo com uma sólida política fiscal, bem distinta do Orçamento de 2012 -
Blog 01/09/2011 às 17h40 0
É mais prudente acreditar que Tombini joga junto com Mantega e Dilma
Problemas complicados têm soluções simples e, em geral, erradas. Essa é uma máxima frequentemente citada pelos economistas. O mesmo pode ser aplicado às avaliações sobre a decisão do Copom que, ontem à noite, cortou a Selic, de forma surpreendente e arrojada, em 0,5 ponto percentual. Foi pressão da presidente Dilma Rousseff, dizem. Difícil crer nessa versão. -
Blog 26/08/2011 às 13h20 0
Mercado tem dúvida sobre rigor fiscal
A conversão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao rigor fiscal tem inquietado os analistas e agentes do mercado. O mesmo ministro que expandiu o gasto para além das necessidades da crise externa, agora firmou a convicção de que o superávit primário da ordem de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) deve ser uma meta para todo o mandato da presidente Dilma Rousseff. -
Opinião 26/08/2011 às 00h00 0
A chance do Plano Real 2
Um novo risco começa a preocupar o governo e o setor privado, tanto ou mais do que a inflação: o de queda substancial do crescimento -
Blog 25/08/2011 às 12h11 0
Tesouro, o grande provedor do crédito
Somam-se, até agora, R$ 271,49 bilhões – ou 7% do Produto Interno Bruto (PIB) – o aporte de recursos do Tesouro Nacional ao BNDES, a pretexto do enfrentamento, pelo governo brasileiro, da crise global de 2008. Os dados constam da última nota sobre política fiscal, divulgada este semana pelo Banco Central. Em junho houve um novo aporte de R$ 30 bilhões. -
Blog 24/08/2011 às 12h58 0
Derivativos: mérito fora de discussão
A BM&FBovespa e a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados (Anbima) elaboraram, no início de agosto, uma contraproposta à medida provisória 539, que tributou com IOF de 1% a variação das posições vendidas em câmbio dos bancos, empresas e fundos. -
Blog 23/08/2011 às 17h43 1
Crise derruba perspectiva para o crescimento
O efeito mais perverso da crise internacional sobre o Brasil será na taxa de crescimento econômico. Há, hoje, uma preocupação geral no governo com a perda de ímpeto do nível de atividade econômica nos próximos meses e, provavelmente, durante todo o ano de 2012. -
Brasil 19/08/2011 às 00h00 0
Esforço fiscal para 2012 deve ser menor
O esforço fiscal para 2012 deve ser menor do que o que está sendo executado este ano.O governo será mais generoso com os investimentos . -
Brasil 12/08/2011 às 00h00 0
O destino da Selic na crise
Forma-se um consenso, no mercado e no governo, de que a crise global pode ajudar o Brasil a começar a remover sua maior aberração: a de campeão de juros -
Blog 05/08/2011 às 11h39 0
Pacote cambial pode ser adaptado, mas não será revisto
O pacote cambial que pegou de jeito o mercado de derivativos, instituindo o IOF de 1% sobre as variações das posições vendidas em câmbio dos bancos, está valendo e nada indica que haverá um retrocesso na decisão do governo de coibir movimentos especulativos. -
Brasil 05/08/2011 às 00h00 0
Mundo pode estar numa "corrida para o fundo"
Foi com base num quadro dramático da economia mundial que o governo tomou medidas dura para o mercado de derivativos e lançou o pacote de incentivos fiscais -
29/07/2011 às 00h00 0
Mercado ainda digere as medidas cambias
Medidas cambiais ainda são digeridas pelo mercado
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Blog 24/05/2013 às 16h32 4
O combate solitário do BC contra a inflação
Assessores do governo fazem, periodicamente, uma avaliação do que a imprensa internacional está publicando sobre o Brasil. A última é frustrante. Varia entre uma visão pessimista sobre crescimento, inflação e taxa de juros, e um abandono geral do foco no país. A expressão máxima do pessimismo seria a do Financial Times. A The Economist, por exemplo, vem deixando de tratar do Brasil nas suas páginas. Isso seria um indício de que o humor dos investidores estrangeiros com o país continua ruim, afetado por uma postura pouco amigável do governo com o mercado. -
Brasil 24/05/2013 às 00h00 9
Governo tolera, mas não usa o mercado
O mesmo empenho que levou o governo do PT a promover a legítima distribuição da renda deveria ser aplicado, agora, na melhoria da eficiência
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Brasil 17/05/2013 às 00h00 3
Gradualismo ou tratamento de choque
O custo unitário do trabalho em dólar triplicou de 2003 para cá e tal como está, o país não tem a menor chance de ser competitivo - esse é o fulcro do debate mais atual na área econômica do governo
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Brasil 10/05/2013 às 00h00 6
BC quer a troca do CDI pela taxa Selic
Banco Central quer criar um mecanismo para desestimular o uso do CDI como referência da taxa de juros na economia e indexador de contratos no mercado financeiro
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Blog 07/05/2013 às 08h24 2
Perguntas sem respostas
Uma pergunta relevante que fazem os economistas do governo é se o bom comportamento dos investimentos no primeiro trimestre é sustentável. Embora a indústria acumule queda de produção de 0,5% frente a igual período do ano passado, a produção de bens de capital, que é um termômetro dos investimentos, cresceu 9,8%. -
Brasil 26/04/2013 às 00h00 3
A leitura nua e crua da ata do Copom
A mensagem da ata do Copom, divulgada ontem, é: o Banco Central não negligenciará com a inflação futura

